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	<title>Stand de Vendas</title>
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	<description>Compra, Venda e Aluguel de Imóveis em Salvador</description>
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		<title>10 dicas para escolher o nome de prédios e de empreendimentos imobiliários</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolher o nome de um empreendimento imobiliário não é uma tarefa tão simples. Diante de tantas palavras já utilizadas, as incorporadoras, construtoras e agências enfrentam um desafio diário para encontrar um nome que seja impactante e que represente bem o produto. Nesta hora, sob a pressão de ser “inovador”, muitas vezes o resultado acaba surtindo um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher o nome de um empreendimento imobiliário não é uma tarefa tão simples. Diante de tantas palavras já utilizadas, as incorporadoras, construtoras e agências enfrentam um desafio diário para encontrar um nome que seja impactante e que represente bem o produto. Nesta hora, sob a pressão de ser “inovador”, muitas vezes o resultado acaba surtindo um efeito negativo, com nomes confusos e de difícil memorização, tanto que o jornal O Estado de São Paulo veiculou no dia 8 de janeiro de 2012 uma matéria chamada “Cidade brasiliana de todos os names”, em que mostra que os estrangeirismos dominam nomes de edifícios novos em São Paulo.</p>
<h2><strong>1) Prefira nomes que sejam fáceis de falar e escrever</strong></h2>
<p><strong></strong>Por mais que sejam bonitas e às vezes passem um tom de requinte, as palavras em outro idioma nem sempre são a melhor escolha. Imagine que muitas pessoas podem ouvir o corretor falar o nome do empreendimento e em seguida procurar na internet por mais informações. Se o nome for difícil de escrever, as chances do <a rel="nofollow" href="http://www.portalvgv.com.br/site/10-dicas-para-escolher-o-nome-de-predios-e-de-empreendimentos-imobiliarios/#">cliente</a> chegar ao local certo são muito menores. Se for difícil de pronunciar, pode acabar espantando pessoas que têm o potencial de compra, mas que se sentiriam constrangidas por não saber falar corretamente o nome do empreendimento.</p>
<h2><strong>2) Procure adequar o nome ao público-alvo</strong></h2>
<p>Se você está escolhendo o nome de um empreendimento direcionado ao segmento popular, não é uma boa ideia utilizar nomes em inglês que exijam uma pronúncia apurada ou grafia muito rebuscada. Opte pela simplicidade neste caso. Para um segmento de alto padrão, talvez uma palavra em outro idioma transfira algum atributo de sofisticação que o cliente busca. Porém fique atento à próxima dica.</p>
<h2><strong>3) Lembre-se de todos os stakeholders na hora de criar um nome</strong></h2>
<p>Não se esqueça que, além dos clientes, outras pessoas precisarão falar e escrever o nome do empreendimento. Por exemplo: ao escolher um nome em francês, veja se o corretor de imóveis terá alguma dificuldade na pronúncia, se o depto. financeiro da <a rel="nofollow" href="http://www.portalvgv.com.br/site/10-dicas-para-escolher-o-nome-de-predios-e-de-empreendimentos-imobiliarios/#">empresa</a> saberá escrever corretamente, etc.</p>
<h2><strong>4) Se possível, procure fazer referência ao local</strong></h2>
<p>Pesquisas apontam que, ao buscar um imóvel, o item “localização” é primeiro fator a ser avaliado. Portanto, as pessoas não irão procurar o “Empreendimento X”, elas irão procurar um “imóvel na região Y”; a busca se inicia por aí. Imagine que muitas pessoas podem pesquisar na internet pelo nome do local, logo se o nome do seu empreendimento fizer menção à região em que está instalado, as chances de atrair a atenção do cliente são maiores.</p>
<h2><strong>5) Considere inserir o nome da empresa junto ao nome do produto</strong></h2>
<p>Muitas incorporadoras no exterior criaram uma linha de produtos que leva o nome da empresa + o nome do produto. No Brasil, algumas já estão seguindo este caminho. Esta pode ser uma boa estratégia para fixar o nome da empresa e criar um referencial pelo padrão do imóvel, mas também pode ser um risco caso a empresa tenha alguma crise (se um prédio registrar muitos problemas de assistência técnica, por exemplo, são grandes as chances dos demais empreendimentos também serem rotulados como problemáticos), portanto avalie bem.</p>
<h2><strong>6) Pesquise bastante</strong></h2>
<p>Com a quantidade de empreendimentos imobiliários que surgem a cada mês, é difícil encontrar um nome que realmente seja inovador e que nunca tenha sido utilizado. Portanto, para evitar confusões na mente do consumidor, pesquise exaustivamente se já não há empreendimento imobiliário com o mesmo nome, principalmente em regiões próximas.</p>
<h2><strong>7) Aproveite a oportunidade para engajar equipes</strong></h2>
<p>Escolher o nome de um edifício pode ser uma boa oportunidade para uma ação de endomarketing. Já pensou em criar um concurso dentro de sua empresa e premiar o colaborador que sugerir o melhor nome? Outra possibilidade é utilizar as mídias sociais e criar um concurso para engajar o público em geral, oferecendo uma premiação. Isso já cria um buzz em torno do produto, desde o início.</p>
<h2><strong>8 ) Nome não é tudo, é só uma parte</strong></h2>
<p>Assim como uma pessoa, o nome ajuda a identificar e diferenciar um dos outros, mas há muitos itens que compõem a personalidade única de cada um. Nos empreendimentos imobiliários, é igual. Portanto, lembre-se do posicionamento do produto, suas características técnicas, da linguagem que será utilizada em toda a comunicação e na imagem da marca. Cuidado com as inadequações. É preciso pensar de forma integrada, pois ao final, é o conjunto de todos estes itens que será comunicado ao cliente.</p>
<h2><strong>9) Faça uma enquete antes de adotar o nome</strong></h2>
<p>Após ter decidido o nome, reúna os perfis de pessoas que serão impactadas pelo empreendimento (potenciais clientes, colaboradores, corretores, etc) e faça uma enquete para verificar se o nome é ou não adequado.</p>
<h2><strong>10) “Menos é mais”</strong></h2>
<p>Na dúvida, opte pelo simples e óbvio. As chances de errar são bem menores.</p>
<p>E para você, o que é preciso avaliar na escolha de um nome? Deixe o seu comentário abaixo e contribua com a discussão.</p>
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		<title>Cuidados na elaboração de um contrato de locação</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Locação de Imóvel]]></category>

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		<description><![CDATA[Na hora de fechar um acordo de locação de imóvel, além do acordo informal, é necessário providenciar todos os papéis que comprovem o combinado e definam os direitos e deveres que cada um tem perante ao imóvel.
Este contrato deve ser assinado pelo inquilino, locatário, administradora e fiador (caso haja) e duas testemunhas.
Em suas cláusulas, deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na hora de fechar um acordo de locação de imóvel, além do acordo informal, é necessário providenciar todos os papéis que comprovem o combinado e definam os direitos e deveres que cada um tem perante ao imóvel.</p>
<p>Este contrato deve ser assinado pelo inquilino, locatário, administradora e fiador (caso haja) e duas testemunhas.</p>
<p>Em suas cláusulas, deve ficar claro os objetivos do contrato, bem como os responsáveis por ele e sua duração.</p>
<p>Atente-se e perceba se no contrato constam:<br />
- Dados do locatário e inquilino;<br />
- Descrição do imóvel incluindo todas as suas características;<br />
- Prazo de duração e possíveis prolongamentos;<br />
- Para qual fim e por quem será utilizado o imóvel;<br />
- Os valores acordados e os prazos para pagamento;<br />
- Descrição de despesas básicas e sua responsabilidade (inquilino ou locatário)<br />
- Garantias oferecidas e possibilidades de rescisão de contrato.</p>
<p>Estes são apenas os principais itens de um contrato de locação, entretando é indicada uma vistoria adequada por um profissional.</p>
<p>Fonte: <a href="http://publicarimovel.com.br/blog/cuidadoselaboracao-contrato/" target="_blank">Publicar Imóvel</a></p>
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		<title>Audiência da internet já supera a da TV no Brasil, diz estudo.</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[RIO &#8211; Um estudo inédito feito pela IAB Brasil em parceria com a comScore revela que a internet já é a mídia mais consumida no país, hoje com 80 milhões de internautas e crescendo a cada dia.
Segundo o levantamento &#8220;Brasil Conectado – Hábitos de Consumo de Mídia&#8221;, que investigou a importância crescente da web na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO &#8211; Um estudo inédito feito pela IAB Brasil em parceria com a comScore revela que a internet já é a mídia mais consumida no país, hoje com 80 milhões de internautas e crescendo a cada dia.</p>
<p>Segundo o levantamento &#8220;Brasil Conectado – Hábitos de Consumo de Mídia&#8221;, que investigou a importância crescente da web na rotina dos brasileiros, mostra que a internet é considerado o meio mais importante para 82% dos 2.075 entrevistados. As pessoas ouvidas pelo instituto são usuárias da rede, têm entre 15 e 55 anos &#8211; 51% homens e 49% mulheres.</p>
<p>Segundo dados do Interactive Advertising Bureau (IAB), mais de 40% dos entrevistados passam, pelo menos, duas horas por dia navegando na internet (por vários dispositivos digitais), enquanto apenas 25% gastam o mesmo tempo assistindo TV.</p>
<p>A internet aparece como a atividade preferida por todas as faixas etárias, de renda, gênero e região quando se tem pouco tempo livre, somando 62%. Em casa, a web é mais acessada em casa pela manhã quando 69% se conectam, 78% também acessam à tarde e 73% à noite. E também é a mídia mais popular em todos os demais lugares como trabalho, escola, restaurantes, shoppings e na casa de amigos.</p>
<p>“Todos os dados confirmam a expansão do mercado, que tende a se acentuar com as iniciativas de ampliação do acesso a banda larga e também ao aumento da base de <em>smartphones</em>. Estamos apenas no limiar de uma grande transformação”, disse Fabio Coelho, presidente do IAB.</p>
<p><strong>Acesso à internet por desktop ainda lidera</strong></p>
<p>O acesso à web por desktops (computadores de mesa) lidera com 77% do total, seguido pelo notebook ou laptop (computador portátil) com 59%, smartphone com 40%, tablets com 16%, iPads com 15%, consoles de videogame com 12%, iPods e players de mídia com 10% e outros dispositivos móveis com conexão on-line com 2%.</p>
<p>Os jovens adultos (entre 25 e 34 anos) se destacam pela preferência por smartphones, tablets e videogames para se conectar &#8211; 23% chegam a usar quatro ou mais deles. Mas não são só os jovens que preferem mais de um dispositivo para navegar, a maior parte da audiência brasileira (62%) acessa a internet por dois ou mais canais de conexão.</p>
<p><strong>Mulheres superam homens em acesso à internet</strong></p>
<p>O computador também é usado por 61% dos brasileiros enquanto veem TV, sendo o público feminino o que mais está propenso a fazer o uso paralelo (32%). E entre os que usam os dois tipos de mídia ao mesmo tempo, 92% disseram prestar igual ou mais atenção na internet.</p>
<p>Além do público feminino superar o masculino na internet enquanto assistem TV, 84% das internautas usa a internet várias vezes ao dia, contra 76% dos homens com os mesmos hábitos.</p>
<p><strong>Publicidade on-line não incomoda</strong></p>
<p>Ainda segunda a pesquisa, a audiência on-line no Brasil é bastante receptiva à publicidade digital e a considera a mais criativa (49%), rica em conteúdo (48%), evidente (40%), crível (37%) e menos incômoda (36%).</p>
<p>Além de ser veículo importante para publicidade, os entrevistados afirmaram que a internet é usada por eles para pesquisar características de produtos &#8211; 65% usam a web para buscar compras que desejam fazer offline e 57% acreditam que os anúncios on-line motivam o consumo, 56% visitam as lojas anunciadas e 60% disse ser motivado por anúncios on-line a buscar mais informações sobre os produtos oferecidos, além de considerar a internet como o meio mais conveniente de fazer compras no momento.</p>
<p>O painel foi obtido por meio de respostas por e-mail, de 6 a 14 de fevereiro, e os dados aplicados proporcionalmente às taxas nacionais para faixa etária, gênero e região de residência.</p>
<p>O estudo completo está disponível em (<a rel="external" href="http://www.iabbrasil.org.br/">iabbrasil.org.br</a>).</p>
<p>O Interactive Advertising Bureau é uma instituição que abraça a antiga Associação de Mídia Interativa (AMI), fundada em 1998, com a missão principal de desenvolver o mercado de mídia interativa no Brasil. A partir de 2006, o grupo passou a fazer do grupo global IAB, mudando sua denominação para IAB Brasil. Atualmente, a associação integra uma rede internacional com representações em mais de 47 países e mais de 160 empresas filiadas no Brasil.<br />
Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/audiencia-da-internet-ja-supera-da-tv-no-brasil-diz-estudo-4883350" target="_blank">O Globo</a></p>
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		<title>A construção das marcas na era digital</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[As marcas proporcionavam momentos inesquecíveis na TV… Era uma vez uma época em que a vida girava em torno das nossas séries de TV favoritas. Eu me lembro de dizer: “Vejo você às 10 da noite”. Nesse horário, Friends já tinha acabado.
Também sabíamos que o Natal estava chegando quando algumas propagandas começavam a aparecer na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As marcas proporcionavam momentos inesquecíveis na TV… Era uma vez uma época em que a vida girava em torno das nossas séries de TV favoritas. Eu me lembro de dizer: “Vejo você às 10 da noite”. Nesse horário, Friends já tinha acabado.</strong></p>
<p>Também sabíamos que o Natal estava chegando quando algumas propagandas começavam a aparecer na telinha. Durante minha infância, todo final de ano, a Coca-Cola mostrava seus ursos polares branquinhos brincando com uma garrafa vermelha – as mesmas cores da roupa do Papai Noel. Alguns anos atrás, esses <a rel="nofollow" href="http://www.portalvgv.com.br/site/a-construcao-das-marcas-na-era-digital-por-dean-donaldson/#">comerciais</a> sairam do ar e as pessoas começaram a reclamar que sem eles o Natal ficava incompleto. Pressionados pelas críticas, os publicitários foram obrigados a trazê-los de volta.</p>
<p>Mas aí crescemos e nos anos 80 dois aparelhos apareceram para mudar a maneira como assistíamos aos programas de TV e a publicidade: forno micro-ondas e vídeo-cassete.</p>
<p>Quando eu saía com meus amigos e sabia que não ia chegar a tempo para jantar com minha <a rel="nofollow" href="http://www.portalvgv.com.br/site/a-construcao-das-marcas-na-era-digital-por-dean-donaldson/#">família</a>, eu falava para minha mãe deixar meu prato no micro-ondas. Aí ela reclamava: “Quer dizer que agora a gente não vai mais comer junto?” E quando o vídeo-cassete chegou, eu me atrasava e pedia para alguém que estivesse em casa: “Você pode gravar para mim?”. Deixamos de ver TV juntos no sofá e podíamos adiantar a fita para pular os comerciais.</p>
<p>E agora onde estamos? Na era da Internet, na qual tudo é instantâneo. Temos todas as informações que precisamos em um piscar de olhos. Há a possibilidade de assistirmos aprogramas, séries e filmes sozinhos na tela de um smartphone ou tablet. Nesse novo contexto, o que resta para o <a rel="nofollow" href="http://www.portalvgv.com.br/site/a-construcao-das-marcas-na-era-digital-por-dean-donaldson/#">mundo</a> da publicidade?</p>
<p>Apesar da instantaneidade e da imensa oferta de conteúdos disponíveis, algumas coisas, entretanto, não mudaram ao longo dos anos. Se os anunciantes desejam entregar uma mensagem publicitária sólida e durável, eles precisam investir no relacionamento com os consumidores.</p>
<p>Mas isso leva tempo para ser consolidado… eles precisam construir momentos e oportunidades para que os clientes criem laços de confiança duradouros com a marca.</p>
<p>Os anunciantes até podem criar as mais espetaculares experiências de marca na internet, mas se as pessoas não as veem, todos os esforços acabam indo por água abaixo. Nesse caso, infelizmente, os consumidores não estão conseguindo se conectar com a marca. Isso acontece porque eles não estão interessados apenas em clicar. Os internautas buscam interações baseadas em uma série de perguntas e respostas.</p>
<p>Está ótimo, mas não tem também na cor vermelha? Quanto custa? Isso aí seguro para crianças? Esses são apenas alguns poucos exemplos de ingagações que costumamos fazer antes de concluirmos uma compra. Na verdade, queremos encontrar uma mensagem que esteja exatamente de acordo com aquilo que procuramos.</p>
<p>Ao encontramos algum produto ou serviço que nos interessa, falamos com outras pessoas e buscamos mais informações. Pesquisa online e publicidade display caminham juntas para que os consumidores possam “conversar com a marca”.</p>
<p>As pessoas aprendem por repetição. E esse aprendizado é reforçado quando há uma conexão emocional forte.</p>
<p>Tomo como exemplo a extraordinária campanha online da Cartier (http://www.odyssee.cartier.us/#/home). Trata-se de um filme com três minutos de duração que mostra um leopardo percorrendo paisagens incríveis na neve, em desertos e até nas ruas de Paris. A viagem do felino chega ao fim quando encontra sua reincarnação em um bracelete de diamantes. Considero essa campanha surreal, exuberante e incrivelmente cinematográfica.</p>
<p>Não é à toa que as pessoas estão engajando com esse anúncio e o compartilhando com nas redes sociais. Esse comportamento é efetivamente interativo pricipalmente se levarmos em conta que essa peça tem três minutos!!! Além de ser seis vezes mais longa que um spot de TV com 30 segundos, ela consegueenvolver emocionalmente os internautas.</p>
<p>A Cartier desenvolveu um belo trabalho de online branding capaz de convencer os consumidores a efetuarem conversões offline. Esse conceito de campanha que mescla online com offline deverá se tornar cada vez mais comum daqui em diante. Os anunciantes vão contar com os métodos offline para a promoção das marcas – televisão e até mesmo out-doors. Para obterem respostas mais específicas, utilizarão a publicidade online, como, por exemplo, os cliques através de um site para a realização de compras.</p>
<p>Dessa forma, a publicidade digital vai buscar meios de se tornar cada vez mais convincente e emocional. E quando cumprir esses objetivos, conseguirá fazer com que você se envolva ainda mais com a marca e vá além de apenas dar um simples clique no anúncio.</p>
<p>A publicidade atravessa um momento crucial. São essas as mudanças que conduzirão o marketing online a um futuro bastante promissor.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portalvgv.com.br/site/a-construcao-das-marcas-na-era-digital-por-dean-donaldson/" target="_blank">PortalVGV</a></p>
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		<title>Brasil pode ser autossuficiente em gás natural em 5 anos</title>
		<link>http://www.standdevendas.com.br/noticias/2012/05/09/brasil-pode-ser-autossuficiente-em-gas-natural-em-5-anos/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um estudo da Agência Nacional de Petróleo (ANP) citado pelo jornal afirma que o Brasil tem reservas de gás natural em áreas terrestres suficientes para elevar a oferta em 360% na próxima década. Atualmente, o país importa cerca de 35% do gás natural que consome da Bolívia. Segundo o relatório, a oferta nacional de gás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="noticia">
<p>Um estudo da Agência Nacional de Petróleo (ANP) citado pelo jornal afirma que o Brasil tem reservas de gás natural em áreas terrestres suficientes para elevar a oferta em 360% na próxima década. Atualmente, o país importa cerca de 35% do gás natural que consome da Bolívia. Segundo o relatório, a oferta nacional de gás natural pode saltar dos atuais 65 milhões de metros cúbicos por dia a cerca de 300 milhões de metros cúbicos entre 2025 e 2027.</p>
<p>&#8220;O Brasil está pronto para viver a era de ouro do gás natural&#8221;, afirmou o ministro de Minas e Energia ao ser interrogado sobre o estudo e após prever a autossuficiência em cinco anos. O estudo da ANP identificou cerca de 28 bacias sedimentares em terra com potencial para a produção de gás natural. Entre elas, se destaca a Bacia do Paranaíba, onde a companhia petrolífera privada OGX descobriu em 2010 reservas que chegam a 15 trilhões de pés cúbicos de gás natural, e de onde podem ser extraídos cerca de 15 milhões de metros cúbicos diários do combustível, a metade do que hoje é importado da Bolívia.</p>
<p>Segundo a ANP, 96% da área nas bacias com potencial identificado ainda não foram exploradas. A agência está preparando novos leilões para oferecer esses locais em concessão. A maior parte do gás natural produzido pelo Brasil é extraído junto com o petróleo nas reservas descobertas em águas profundas do oceano Atlântico. O país consome atualmente 86 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, dos quais 30 milhões são importados da Bolívia. Segundo as previsões da ANP, por se tratar de um combustível mais econômico e menos poluente, o consumo do gás natural poderá chegar a cerca de 200 milhões de metros cúbicos diários em 2020, quando o país já estará produzindo esse volume.</p>
<p>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/2012-04-29/brasil-pode-ser-autossuficiente-em-gas-natural-em-5-anos-diz-min.html" target="_blank">IG</a></p>
</div>
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		<title>Brasil já é o quarto país em ranking de edifícios verdes</title>
		<link>http://www.standdevendas.com.br/noticias/2012/05/08/brasil-ja-e-o-quarto-pais-em-ranking-de-edificios-verdes/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 12:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo a seu favor os diversos projetos sustentáveis que estão ligados à Copa do Mundo 2014 e aos J ogos Olímpicos 2016, o mercado brasileiro está atualmente entre os cinco países que mais têm edifícios verdes registrados em todo o mundo. Com base na certificação americana LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo a seu favor os diversos projetos sustentáveis que estão ligados à Copa do Mundo 2014 e aos J ogos Olímpicos 2016, o mercado brasileiro está atualmente entre os cinco países que mais têm edifícios verdes registrados em todo o mundo. Com base na certificação americana LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), o Brasil tem hoje 504 empreendimentos em construção que pretendem atender as exigências necessárias para se obter a certificação de Green Building.</p>
<p>Em número de projetos na área, o mercado brasileiro fica atrás dos Estados Unidos – que tem projeto como o da Universidade de Harvard, da foto ao lado – , Emirados Árabes e China. “O Brasil já tem posição importante nesse cenário”, diz Roberto Souza, diretor-presidente do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), consultoria especializada em construção civil que atua em 180 projetos sustentáveis no país. Entre os empreendimentos trabalhados pela empresa, estão estádios e centros esportivos voltados para os grandes eventos, hotéis, hospitais e edifícios corporativos.</p>
<p>Para se ter uma ideia da evolução desse mercado, o país teve apenas um empreendimento registrado em 2006. E de acordo com a avaliação do CTE, a média hoje é de um novo registro por dia útil. “O grande salto na área foi a partir de 2010 e devemos chegar ao final desse ano próximo dos 700 edifícios verdes registrados”, comenta Souza, citando que a realização do Mundial de futebol e dos Jogos Olímpicos incentiva o mercado.</p>
<p><strong>Economia no longo prazo</strong></p>
<p>Segundo o diretor-presidente do CTE, não há como definir um valor de investimento médio para um edifício verde, o que depende das características do projeto, mas o custo é entre 1% e 6% maior. “Apesar do investimento inicial, a economia que um empreendimento certificado gera entre 30 e 40 anos é de 40%”, afirma Souza.</p>
<p>Ao todo, são seis normas de desempenho ambiental avaliadas, que são: eficiência energética, redução do consumo de água, uso de materiais reciclados, qualidade do ambiente interno, localização (próximo a metrô, bicicletário, etc) e inovação tecnológica. De acordo com os índices em prol do meio ambiente alcançados em cada uma das normais, o empreendimento recebe um tipo de certificação que varia entre básica, prata, ouro ou platina. Só na utilização de energia, por exemplo, o edifício precisa ter uma redução de no mínimo 10,5%. Já nos benefícios ao meio ambiente, um empreendimento pode diminuir em 30% o consumo de energia, 35% as emissões de carbono, 30% a 50% o consumo de água e até 90% o descarte de resíduos.</p>
<p>Fonte: Brasil Econômico, Fábio Suzuki</p>
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		<title>Salvador é a capital com metro quadrado mais barato no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 18:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>

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		<description><![CDATA[A alta do preço do m² dos imóveis desacelerou em sete regiões do Brasil. Segundo informações com a Fundação  Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a queda no mês de abril foi de 1,2%, após uma de 1,4% em março. No acumulado do ano, a alta é de 5,3%, valor 42% menor ante o mesmo período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A alta do preço do m² dos imóveis desacelerou em sete regiões do Brasil. Segundo informações com a Fundação  Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a queda no mês de abril foi de 1,2%, após uma de 1,4% em março. No acumulado do ano, a alta é de 5,3%, valor 42% menor ante o mesmo período de 2011.</p>
<p>Salvador foi a cidade com o valor do metro quadrado mais barato, R$ 3.665. O preço mais alto foi registrado no Distrito Federal, com valor de R$ 8.216. Na média das regiões pesquisadas, o preço do m² foi de R$ 6.529 em abril. Em São Paulo, o preço médio em abril foi de R$ 6.372, abaixo dos R$ 7.907 registrados no Rio de Janeiro.</p>
<p>Belo Horizonte foi a cidade com maior alta verificada, com 2,5%. O Rio de Janeiro registrou alta de 1,4%, mesmo percentual de março. Já em São Paulo a alta foi de 1,2% em abril, menor variação para o mês de toda a série histórica. Segundo a Fipe, a tendência de desaceleração observada nos últimos meses se acentuou em abril.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/salvador-e-a-cidade-com-metro-quadrado-mais-barato/" target="_blank">iBahia</a></p>
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		<title>Fundos imobiliários conquistam investidores</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[investimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os fundos imobiliários conquistaram de vez os investidores no país, abrindo caminho para consolidar-se como uma nova e importante fonte de recursos para a construção civil. O volume de negócios de cotas desses fundos na BM&#38;F Bovespa cresce exponencialmente: passou de 502 transações por dia, em janeiro de 2008, para 13.650 no mês passado, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os fundos imobiliários conquistaram de vez os investidores no país, abrindo caminho para consolidar-se como uma nova e importante fonte de recursos para a construção civil. O volume de negócios de cotas desses fundos na BM&amp;F Bovespa cresce exponencialmente: passou de 502 transações por dia, em janeiro de 2008, para 13.650 no mês passado, de acordo com a Bolsa, responsável pela listagem e organização desses investimentos.</p>
<p>A quantidade de fundos já listados na Bolsa chega a 70, e a previsão é de que esse número continue crescendo rapidamente. O sucesso dessa modalidade de investimentos, segundo especialistas em finanças pessoais, deve-se ao boom imobiliário no país, que tornou o segmento muito rentável e atrativo, dizem.</p>
<p>Num fundo deste tipo é possível investir em imóveis sem ter de desembolsar tanto dinheiro quanto na compra do ativo físico, para alugá-lo em seguida. Além disso, não há dor de cabeça com inquilino ou impostos como o IPTU, observa Sérgio Belezza, da Fundo Imobiliário Consultoria de Investimentos. &#8220;As carteiras dos fundos variam muito. É possível se tornar sócio, por exemplo, de grandes empreendimentos comerciais com apenas uma cota&#8221;, explica Paulo Cirulli, gerente de produtos imobiliários da Bovespa.</p>
<p>As cotas do Shopping Pátio Higienópolis, localizado em bairro nobre da zona oeste paulistana, por exemplo, estão na carteira de um fundo imobiliário. O problema é conseguir encontrar um cotista interessado em vender sua fatia do empreendimento para outro investidor, diz Cirulli.</p>
<p>&#8220;Hoje, observamos uma sobredemanda por esse tipo de investimento. Quando os fundos imobiliários começaram a ser negociados aqui, havia um receio sobre a liquidez do produto. Isso mudou. Há muita gente interessada em comprar, mas poucos querem vender&#8221;, afirma o gerente da Bovespa.</p>
<p>Nem todas as carteiras dos fundos são compostas por ativos físicos, como cotas de shopping centers ou de edifícios comerciais. Há fundos cujas carteiras são compostas por ações de empresas do setor imobiliário (construtoras e incorporadoras), outros juntam a esses ativos CRIs (certificados de recebíveis imobiliários).</p>
<p>FONTE: <a href="http://oglobo.globo.com/imoveis/fundos-imobiliarios-conquistam-investidores-4781234" target="_blank">O Globo Online</a></p>
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		<title>Qual tipo de imóvel escolher?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 11:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas falam dos cuidados e dos benefícios que devem ser levados em conta na hora de optar entre casa e apartamento
Apartamento ou casa? Muita gente ainda tem essa dúvida. Vários fatores podem se tornar decisivos para a opção de compra. Um dos pontos mais importantes é a segurança. Por conta da violência nos centros urbanos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialistas falam dos cuidados e dos benefícios que devem ser levados em conta na hora de optar entre casa e apartamento</strong></p>
<p>Apartamento ou casa? Muita gente ainda tem essa dúvida. Vários fatores podem se tornar decisivos para a opção de compra. Um dos pontos mais importantes é a segurança. Por conta da violência nos centros urbanos, morar em casas pode se tornar mais arriscado. Afinal, não há porteiro e os acessos à casa são muito mais fáceis do que a um prédio ou condomínio. O diretor da Grupo Imóveis, José Fernando Nunes, que atualmente mora em uma casa em Piratininga, conta que sua residência já sofreu furtos e que por isso instalou um sistema de segurança. Mas ele aconselha a quem mora em casa contratar uma empresa especializada.</p>
<p>“Eu já sofri um furto em minha casa. Eu não estava presente. Hoje eu tomo minhas precauções. Instalei uma cerca elétrica para evitar qualquer outro problema parecido. Não tem jeito, quem mora em casa precisa ter um sistema de segurança. Mas sempre com ajuda profissional. É importante a pessoa não criar seus sistemas próprios, pois pode não ser eficaz e a pessoa pode acabar se atrapalhando”, aconselha.</p>
<p>Vilas e ruas fechadas são opções para quem não abre mão de morar em uma casa, mas se preocupa com a segurança. Já para quem não tem este privilégio, o diretor da Grupo Imóveis, diz que antes de comprar uma casa é preciso que o interessado conheça bem o local e a vizinhança para não se arrepender depois. Ele lembra que o acesso também é um ponto importante. Em alguns locais na Região Oceânica, como Camboinhas, não é possível chegar por transporte público.</p>
<p>“Tem que visitar antes e pesquisar para saber se o local tem transporte próximo. Isso porque em determinados lugares na Região Oceânica não há transporte público, o que certamente vai dificultar as coisas para quem pretende contratar uma empregada doméstica, que precisará andar muito para chegar ao trabalho”, destaca.</p>
<p>Praticidade – A tendência nas cidades maiores é mesmo morar em apartamentos. Com o preço alto e em elevação do metro quadrado, nem todos podem se dar ao luxo de arcar com os gastos de uma casa. Além do custo financeiro, a casa ainda demanda tempo, pois é preciso mantê-la limpa e em ordem.</p>
<p>“A vida em condomínio é muito mais prática. O morador tem uma estrutura consolidada para atendê-lo como funcionários de limpeza e porteiros. Quem tem uma vida mais agitada, definitivamente, morar em apartamento é a melhor opção”, diz o vice-presidente de Assuntos Condominiais do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), Leonardo Schneider.</p>
<p>Valor – As diferenças entre morar em apartamento ou casa vão além de questões de segurança, comodidade, privacidade, praticidade ou qualidade de vida. Segundo estudo do Secovi-Rio, a casa é, em geral, mais barata e com maior espaço disponível.</p>
<p>“Na maioria dos bairros pesquisados, os valores médios do metro quadrado de casas para venda são mais baixos que os de apartamentos. Quanto ao tamanho dos imóveis, mais um ponto para as casas: as áreas médias desse tipo de moradia são bem maiores que as dos apartamentos”, diz o estudo.</p>
<p>De acordo com Leonardo Schneider, a área maior da casa é decorrente, na maioria das vezes é devido ao quintal, jardins e áreas de lazer. Já o preço conta mais no momento da compra, e também na ausência de qualquer taxa acaba sendo retornada através dos custos de manutenção da casa que o proprietário terá que arcar sozinho.</p>
<p>“No condomínio, todas as taxas são diluídas pelos condôminos e como consequência o valor diminui. Já na casa, todos os custos para manter a pintura, a estrutura perfeita, o jardim bonito, a piscina limpa e outros itens recaem sobre o proprietário, o que acaba elevando os gastos”, diz Schneider.</p>
<p>No entanto, segundo Rafael Motta Duarte, sócio-diretor da agência Percepttiva, empresa especializada em pesquisa do mercado imobiliário, até mesmo as obras e manutenção das casas saem mais baratos do que intervenções em apartamentos.</p>
<p>“Até as obras em casas são mais baratas porque a estrutura de uma casa é bem mais simples do que a de um apartamento e isso acaba também barateando as obras”, opina Duarte.</p>
<p>Para José Fernando Nunes, não são apenas os gastos menores que o levaram a deixar o apartamento. Segundo ele, morar em casa proporciona não apenas momentos de lazer com a família e amigos. Para ele, a privacidade e a tranquilidade após um dia de trabalho são fundamentais e somente morar em casa proporciona essas qualidades.</p>
<p>“Morando em casa, você tem o seu quintal, a sua piscina. O seu espaço. Você traz mais pessoas para perto de você. Uma casa sempre agrega mais as pessoas, sejam amigos ou familiares. Além disso, morar em casa permite que eu, depois de um dia inteiro de trabalho no escritório, possa chegar e desfrutar do meu jardim ao ar livre e poder relaxar”, conta Nunes.</p>
<p>A maior vantagem de morar em casa é sem dúvida a qualidade de vida. Não ter que lidar com os regulamentos rígidos dos condomínios, evitar atritos com outros moradores e ter mais espaço para criar plantas e animais podem ser um grande atrativo. Para o sócio-diretor da Percepttiva, as casas são mais procuradas por casais jovens com filhos pequenos.</p>
<p>“O perfil de moradores de casas são casais com idade entre 25 e 45 anos e com filhos pequenos. Eles querem ter espaço para área de lazer, piscina, churrasqueira e para criar animais e acham isso importante para a criação do filho”, afirma Rafael Motta Duarte.</p>
<p>Condomínios – Para aliar a comodidade de morar em um condomínio e a qualidade de vida incomparável de uma casa, surgiram os condomínios compostos apenas por casas, lembra Rafael Motta Duarte. Leonardo Schneider diz que o modelo permite maior segurança e tranquilidade para quem tem filhos.</p>
<p>“Nos condomínios de casas, além do morador não precisar se preocupar com a sua segurança patrimonial é possível deixar os filhos mais à vontade, já que a circulação de carros é menor”, diz.</p>
<p>Mãos à obra – Para quem tem tempo, disposição e um pouco mais de recursos, ainda há a opção de compra de terrenos para construção do próprio imóvel. O diretor Comercial e de Novos Negócios da Alphaville Urbanismo, Fábio Valle, afirma que muitos consumidores estão buscando construir sua casa com um perfil próprio. A empresa está construindo um bairro fechado em Maricá, o Terras Alpha, no qual o comprador decide como será construída sua casa.</p>
<p>“Nós aconselhamos que a construção seja realizada com o apoio de um arquiteto para que a obra saia como o planejado. Auxiliamos os futuros moradores com especialistas da companhia, que explicam como funciona o padrão das obras e como é importante a assistência de um arquiteto nesse período”, afirma.</p>
<p>A empresa definiu normas para construção das casas para que haja uma padronização e organização, visando maior harmonia entre as construções. Valle explica que, apesar de mais caro, construir a própria casa traz vantagens.</p>
<p>“O diferencial está na concepção, que concilia preservação ambiental e infraestrutura altamente qualificada, o que garante contato permanente com a natureza e ampla estrutura de lazer, acompanhando o modelo de ocupação de baixa densidade. O custo pode ser mais alto, mas o retorno de qualidade de vida ao morador não possui comparação”, completa.</p>
<p>Fonte: O Fluminense, Bruno Uchôa</p>
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		<title>Passo a Passo para financiar a casa própria</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stand de Vendas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Procedimentos para poder financiar
PASSO A PASSO
 
Se de um lado a flexibilização das condições de crédito imobiliário – com mais bancos financiando a casa própria, prazos de pagamentos mais longos, menores juros e maior cota de financiamento – tornou mais fácil a aquisição de um imóvel no Brasil, em contrapartida, o boom do mercado imobiliário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Procedimentos para poder financiar</strong></p>
<p><strong>PASSO A PASSO</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se de um lado a flexibilização das condições de crédito imobiliário – com mais bancos financiando a casa própria, prazos de pagamentos mais longos, menores juros e maior cota de financiamento – tornou mais fácil a aquisição de um imóvel no Brasil, em contrapartida, o boom do mercado imobiliário nos últimos anos valorizou excessivamente os preços, tornando praticamente impossível a compra de uma casa ou apartamento à vista.</p>
<p>Assim, o financiamento, pelo menos de parte da compra, tornou-se quase uma regra. Mas qual o primeiro passo para financiar um imóvel? Quais os documentos necessários para iniciar um processo de financiamento?</p>
<p>Independentemente da instituição financeira escolhida, existem quatro passos que são pré-requisitos para a conquista do imóvel. O primeiro deles é a entrega a documentação necessária. A lista inclui documentos do cliente, do vendedor, do imóvel e do Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS), se pretende utilizar. De posse da papelada, o banco dá o 2º passo, fazendo a análise de crédito. Geralmente, a instituição entra em contato para informar o resultado ou se há necessidade de documentação complementar.</p>
<p><strong>Avaliação</strong><strong><br />
</strong><br />
O passo seguinte é a avaliação do imóvel escolhido. A vistoria e a avaliação do imóvel são feitas por profissional de engenharia credenciado pelo banco. Por meio desse procedimento será definido o valor da operação de financiamento, caso o imóvel se enquadre nas condições de habitabilidade. No quarto e último passo ocorre a assinatura do contrato. Em seguida, o comprador terá de recolher o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na Prefeitura e fazer o registro do contrato no Cartório de Registro de Imóveis. Depois é só devolver uma via do contrato e a matrícula do imóvel ao banco, para que o valor do financiamento seja finalmente depositado na conta do vendedor.</p>
<p><strong>Pesquisar antes</strong><strong><br />
</strong><br />
Regra básica das relações de consumo, a pesquisa é sempre o melhor meio de escolher quem melhor prestará um serviço. No caso do financiamento imobiliário, é importante considerar os juros, os prazos, além de todas as vantagens e garantias oferecidos pelos bancos. Em geral, para imóveis financiados dentro do Sistema Financeiro da Habitação (aqueles até 500.000 reais), os juros são mais atrativos, a partir de 8,4% ao ano, dependendo do banco. Para a faixa de imóveis mais populares, dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, as taxas ficam em torno de 4,5% ao ano (a.a.). Para imóveis com valores superiores a R$ 500 mil, os juros de financiamento vão de 11% ao ano até beirar os 13% ao ano. Normalmente, os bancos preferem liberar recursos para quem vai pagar uma boa parte do imóvel à vista.</p>
<p>Na média brasileira, os compradores pagam mais de 30% do imóvel à vista e financiam menos de 70% do valor da propriedade. Muitas vezes o crédito só é liberado com prazos de pagamento longos, de forma que cada parcela comprometa no máximo 30% ou menos da renda mensal. Com base neste critério, os prazos de financiamento variam entre 10 e 30 anos.</p>
<p>Fonte: Diário do Nordeste</p>
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